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Encontro...

Antes. Depois, ausência de nós... Retorno, somos um, dois. voltamos ao sol no seu pôr.
Olhamos tudo e nada vemos!! Rápido cruzar de vida, sem parar... ... e sentir o mundo pensar.
...e fizeste-me rei da tua vida. Não tinha a morte por companheira, mas sim desencanto. coroaste-me... coroei-te... e a vida entre nós reinou. (escrito por mim, em 2004, após a leitura de A Morte do Rei Tsongor, livro magnifico escrito por Laurent Gaudê)
Desencanto de nós, dos outros de isto e daquilo. Aceitação do tempo que nos percorre. Resolução da não aceitação da rejeição. Somos assim, frageis... inconstantes... sonhadores... realistas enfim, somos nós.
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diluída nos mais belos gestos da infancia, as luzes e a roda que gira dos prémios mais brilhantes. os choques de riso na pista e o mundo ao contrário nas mais loucas descidas ... deixamos as feiras no sonho sonhado em ombro dos pais... e a nuvem doce adormece as estrelas...
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Parti por aí na procura de alegria. Fico em muita terra e aprendo a felicidade. plano por tanto mar, esqueço de apontar o nome de todos os lugares. Paro. Sentado na secretária, em frente da minha janela para o mundo. retrato-me no azul revolto de liberdade.
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Abro a porta da loucura sinto a liberdade gritar! Inundo-me de paz... Cruzado por infinitos olhares, acusam-me. De insanidade De intemporal De perturbador. Alheio à passagem dos dias, aguardo... Por ti, por mim. Pelo que podemos fazer no eco longo de um grito a dois.